
O ministro Cristiano Zanin, do STF (Supremo Tribunal Federal), mandou o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) apurar a conduta de um juiz de Mato Grosso que autorizou a entrada de uma alimentação diferenciada para o lobista Andreson Gonçalves, suspeito de vender decisões no STJ (Superior Tribunal de Justiça).
O que aconteceu
Zanin cobrou providências após um juiz de primeira instância tomar decisões envolvendo a prisão e até questionar a cela onde estava o lobista. O empresário foi preso preventivamente em novembro do ano passado, por ordem de Zanin, no âmbito de uma investigação que corre no STF. Como é o responsável pela ordem de prisão, cabe ao ministro analisar a situação do
pedidos da defesa sobre sua situação no presídio.
Decisões do juiz estadual Geraldo Fernandes Fidelis Neto foram vistas como um desrespeito à jurisdição do STF, que é o responsável pelo caso. Ele atua na 2ª Vara Criminal de Cuiabá e também é o corregedor das unidades prisionais da capital e do município de Várzea Grande.
O UOL confirmou que o CNJ abriu procedimento para apurar a conduta dele. O processo, chamado de Pedido de Providências, é sigiloso e serve para apurar uma eventual responsabilidade de um magistrado por condutas indevidas. O CNJ cobrou informações sobre todos os pedidos feitos pela defesa de Andreson na 2ª Vara Criminal de Cuiabá para averiguar se houve desrespeito ao STF.
Fonte: http://uol.com.br
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