Caso ocorreu na regiĂŁo do Touro Morto, entre os rios Aquidauana e Miranda; autoridades investigam e reforçam alerta sobre convivĂȘncia com a fauna silvestre.

Onça pintada

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Na manhã de segunda-feira, 21 de abril de 2025, um ataque fatal de onça-pintada chocou a comunidade rural do Pantanal sul-mato-grossense. A vítima, identificada como Jorge Avalo, de 60 anos, era caseiro de uma fazenda na região conhecida como Touro Morto, situada entre os rios Aquidauana e Miranda, no município de Corumbá (MS).​

Segundo relatos de familiares, Jorge estava desaparecido desde a noite anterior. Equipes de busca encontraram vestĂ­gios que indicam um ataque de onça-pintada, incluindo marcas de arrasto e restos mortais. A PolĂ­cia Militar Ambiental (PMA) foi acionada e utilizou um helicĂłptero para acessar a ĂĄrea de difĂ­cil alcance. As investigaçÔes estĂŁo em andamento para confirmar as circunstĂąncias do ataque.​

Este incidente ressalta os desafios da convivĂȘncia entre humanos e a fauna silvestre no Pantanal. Especialistas recomendam medidas preventivas, como:​

  • Evitar ĂĄreas de mata fechada durante horĂĄrios de maior atividade dos felinos.

  • Instalar cercas elĂ©tricas e repelentes luminosos em propriedades rurais.

  • Manter contato visual e nĂŁo correr ao se deparar com uma onça, afastando-se lentamente.

  • Utilizar lanternas Ă  noite para inibir a aproximação de animais.

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Programas como o Felinos Pantaneiros, do Instituto Homem Pantaneiro (IHP), tĂȘm promovido estratĂ©gias para reduzir conflitos entre humanos e onças, incluindo o uso de cercas elĂ©tricas e repelentes luminosos, que tĂȘm mostrado eficĂĄcia em propriedades da regiĂŁo de Miranda.​

A tragĂ©dia reforça a necessidade de polĂ­ticas pĂșblicas que equilibrem a conservação da fauna com a segurança das comunidades locais. Autoridades ambientais e organizaçÔes de conservação continuam trabalhando para promover a coexistĂȘncia harmoniosa entre humanos e a rica biodiversidade do Pantanal.​

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