Em Salvador, Wellington Dias participa de evento do Banco Mundial sobre inclusão socioeconômica

Fotos: Roberta Aline/ MDS

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Estratégias para ampliação de políticas de inclusão socioeconômica são norteadoras do workshop Programa de Impacto: Emprego para os Pobres, realizado pelo Banco Mundial. Nesta terça-feira (2.12), durante a solenidade de abertura do evento, em Salvador, o ministro Wellington Dias reforçou que o Governo do Brasil tem como objetivo expandir e aprofundar ações para a redução da desigualdade no país.

O titular do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) destacou que o Brasil saiu, novamente, do Mapa da Fome, graças a um conjunto de ações e políticas trabalhadas desde 2023. No entanto, ele frisou que para sustentar a saída definitiva da pobreza é preciso fortalecer a autonomia e investir em capacitação.

Como exemplo, o ministro abordou o Programa Acredita no Primeiro Passo, coordenado pelo MDS e que já ofertou R$ 1,7 bilhão em microcrédito produtivo orientado. “O Programa Acredita oferece cursos profissionalizantes, microcrédito a juros baixos, orientação especializada e empregabilidade. Nós temos uma gama ampla de oportunidades para os usuários do Cadastro Único”, enfatizou.

“A nossa ideia foi criar um ciclo de proteção que envolvesse não só a garantia de renda, como também a qualificação profissional e a inclusão no mercado de trabalho protegido. A nossa abordagem é integral e articulada combinando microcrédito, setor privado e promoção ao empreendedorismo”, explicou Wellington Dias.

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O ministro também ressaltou que o Governo do Brasil quer continuar a estabelecer parcerias com outros países, no âmbito da proteção social e da inclusão socioeconômica. “Queremos fazer parcerias. A Aliança Global contra a Fome e a Pobreza nos permite isso. É por esse caminho que nós vamos: para o emprego, para o empreendedorismo.”

A diretora do Banco Mundial para o Brasil, Cecile Fruman, reforçou que o Governo Federal tem atuado em diversas frentes para apoiar a população em vulnerabilidade. “O governo tem buscado formas de apoiar integrantes do Bolsa Família, por meio do empreendedorismo, do microcrédito e dos tipos de serviços que podem ajudá-los a avançar ainda mais na superação da pobreza”, pontuou.

“Estamos falando de milhões de famílias que saíram da pobreza, de milhões de mulheres que se tornaram empreendedoras e de economias locais que floresceram”, complementou Fruman.

A diretora global de Proteção Social e Trabalho do Banco Mundial, Iffath Shariff, enfatizou que programas de inclusão social e financeira reúnem um conjunto de ferramentas já comprovadas de ajuda aos mais vulneráveis. Ela também defendeu a expansão dessas ações focalizadas em mulheres em vulnerabilidade.

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“Ações de apoio à renda, capital para negócios, capacitação em empreendedorismo e habilidades para a vida, educação financeira, mentoria e acesso a mercados. Juntos, eles formam um pacote de serviços que sabemos que realmente funciona”, argumentou.

A sessão de abertura do workshop contou com representantes da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza, de governos nacionais, além de lideranças do Banco Mundial.

O debate destacou ações necessárias para levar programas de inclusão econômica à escala global, com foco na troca de conhecimento, no fortalecimento de políticas públicas e na construção de parcerias estruturantes.

Assessoria de Comunicação – MDS

Fonte: Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome

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